São espiritos de crianças, que “Baixam” nos médiuns. São as crianças presentes no interior de todos nós.

São a alegria que contagia a Umbanda; são a pureza, a inocência e, por isso mesmo, os detentores da verdadeira magia, extremamente respeitados pelos caboclos e pelos pretos-velhos. É importante salientar que a falange de Ibeijada é um grupo de espíritos de altíssima   vibração, assim como os Orixás NUNCA ENCARNARAM, são espiritos puros que participam de um plano altíssimo de evolução, por essa pureza esses espíritos assumem a forma de crianças ,que são os representante da fase mais pura e inocente do ser humano.      As Crianças, estando em constante trabalho, é uma das poucas falanges que consegue dominar plenamente a magia. Embora as crianças brinquem, dancem e cantem, merecem respeito para o seu trabalho, pois atrás dessa vibração infantil, existem espíritos de extraordinários conhecimentos e de alta vibração espiritual.

    As festas para Ibeijada, tiveram origem na Lei do Ventre-Livre, desde aquela época até nossos dias, são servidos às crianças um “aluá” ou água com açúcar (ou refrigerantes adocicados no dia de hoje), bem como o caruru (também nas Nações de Candomblés).

Suas contas de são de multiplas cores. Adoram comer doces, beber refrigerantes e brincar. São celebrados junto á Cosme e Damião no dis 27 de setembro.

No candomblé é chamado de Erê e caminha junto a qualquer orixá. Representam Ibejis ou Vunjí, Orixas Gêmeos e de muita sabedoria.

“Macumba que Ere faz, nem Exú Desfaz”

Seu dia é Domindo e Sua saldação é Oní Beijada ou Erêmin.